May 14 PARA RECORDAR ! QUE SAUDADES DA JUVENTUDE , DOS BAILARICOS DA ALDEIA , DA MÚSICA OUVIDA NO ALTIFALANTE!!! … April 12
PEÇO DESCULPA AOS AMIGOS E AMIGAS QUE NÃO TIVE TEMPO DE VISITAR .
FICA AQUI O MEU FOLAR E OS BOLINHOS DE PÁSCOA , FUI EU QUE FIZ !
ACOMPANHEM COM CAFÉ , É UMA DELICIA ...
DESEJO QUE PASSEM UMA BOA PÁSCOA COM A VOSSA FAMILIA .
FILÓ
AINDA FUI FAZER O CAFÉZINHO PARA DEIXAR AQUI , BEBAM AGORA QUE ESTÁ QUENTINHO , E OS BOLINHOS TAMBÉM !
FILÓ January 28 ESTA É A MÚSICA QUE ME APETECE PARTILHAR HOJE COM TODOS OS AMIGOS E VISITANTES . É AGRADAVEL OUVIR ESTE SOM ,NUM DIA DE CHUVA COMO HOJE, COM A MINHA FILHA AGARRADINHA AO MEU PESCOÇO . ESPERO QUEM GOSTEM E QUE POSSAM SENTIR A PAZ QUE EU SINTO NESTE MOMENTO . A MINHA FILHA É MESMO UMA TERNURA !!!
January 25
Ao alegar suas limitações, as pessoas dizem: “eu não posso fazer tal coisa porque…” E, a desculpa comum é do tipo – "é assim que eu sou". Mas, a verdade mais provável é: "é assim que eu penso que sou". Nós podemos aprender sobre nossas crenças estudando os peixes… Compre um aquário e divida-o pela metade com uma parede de vidro transparente. Depois arranje uma tainha e uma barracuda – peixe que come tainha. Ponha cada um de um lado e, no mesmo instante a barracuda vai avançar para pegar a tainha só que… bumba!… entra de cara na parede de vidro. Ela vai recuar e atacar outra vez e… bumba!… Em uma semana a barracuda vai estar com o nariz bem inchado e, percebendo que caçar tainha é sinônimo de dor, acaba desistindo. Aí, removendo a parede de vidro sabe o que acontece? Ela passará o resto da vida no seu lado do aquário; será até capaz de morrer de fome, mesmo tendo uma bela tainha nadando a poucos centímetros dela. Mas como conhece seus limites não vai ultrapassá-los. A história da barracuda é triste? Pois essa é também a história de todo ser humano.
Nós não colidimos com paredes de vidro, mas colidimos com professores, pais,amigos que nos dizem o que nos convém e o que podemos fazer. Pior ainda, colidimos com nossas próprias crenças – são elas que delimitam nosso território, é isso que alegamos para não ultrapassar os limites… Ou seja, criamos nossas gaiolas de vidro e pensamos que é realidade. Na verdade é apenas aquilo em que nós acreditamos… Quase todos nós temos uma história, e nos rotulamos… “eu sou professor”, “eu sou avó”, “eu sou… Essa nossa história é como um programa de computador instalado entre nossas orelhas, que nos controla a vida… Nós o levamos ao trabalho, nas viagens de férias, nas festas… enfim passamos a vida tentando nos adaptar à história… Tentar ajustar-se a uma história torna qualquer um infeliz… Eis então a dica: você não é a sua história e ninguém dá a mínima para isso. Você não pertence a uma categoria, a um compartimento. Você é um ser humano justamente porque tem uma série de experiências. E, quando você parar de arrastar uma história por aí, você vai ser muito mais feliz”…
(texto de Andrew Matthews, do livro “Siga seu coração”)
January 19 São eles, são os nossos filhos. E nós somos os mais zelosos pais, por isso dormimos de consciência tranquila. Gostamos mesmo muito destes meninos. Temos muito orgulho neles. Planeámos tudo cuidadosamente, e não vamos ter mais filhos para que nada falte a estes. Damos-lhes tudo. Tudo aquilo que merecem, tudo o que nós nunca ousámos sequer desejar na nossa infância, pois os nossos pais não tinham infelizmente as mesmas possibilidades que hoje nós temos. Não sem esforço: Deus sabe os sacrifícios que por vezes fazemos para conseguir dar-lhes o que há de melhor. Deus sabe também o que passamos para lhes evitar as contrariedades. Suportamos calados as suas birras, os seus amuos e atendemos de imediato às suas exigências. Não iremos repetir os erros das gerações anteriores, já passou a era da autoridade, agora os tempos são outros. Queremos que os nossos filhos cresçam livres da opressão a que os nossos pais nos sujeitaram. Não lhes impomos as obrigações domésticas que tivemos de cumprir, de fazermos a nossa cama e arrumarmos as nossas coisas. Eles têm hoje muitas solicitações em casa que antigamente não existiam, como a televisão, a internet e as consolas de jogos, e por isso não podem perder tempo com essas tarefas. Nós fomos obrigados a levar a cabo missões demasiado pesadas para simples crianças: buscar água à fonte, despejar o lixo, ajudar os irmãos mais novos a vestirem-se ou dar-lhes de comer, imagine-se que até nos faziam varrer o chão. Damos-lhes a liberdade de fazerem as suas opções desde muito pequenos e procuramos corresponder aos seus anseios, desde a hora a que se devem deitar até aos alimentos de que mais gostam, que todos os dias preparamos para o jantar. Levamo-los connosco às compras, deixamo-los escolher os presentes que vão receber nos anos e no Natal, e não resistimos por vezes a dar-lhos de imediato, pedindo nova sugestão para a prenda a oferecer na data própria. Tentamos nestes casos não olhar a custos, não queremos que fiquem com a impressão de que não podem ter as mesmas coisas que os seus colegas. Tomamos todas as precauções para que não apanhem frio, não andem à chuva e não transpirem demasiado quando está muito calor. Temos o cuidado de os deixar todos os dias à porta da escola e não vamos embora sem nos certificarmos de que entraram e que o portão ficou fechado. Somos conscienciosos, e alertamos a escola para as deficientes condições de segurança e para os todos os potenciais riscos, pois sabemos que aquelas cabecinhas têm uma imaginação prodigiosa, sobretudo quando se trata de disparatar. Acorremos em sua defesa e evitamos as suas quedas, todas as vezes que tropecem nas dificuldades da vida. Apagamos cuidadosamente os seus erros para que não tenham que sujeitar-se às críticas e comentários alheios. Tentamos por tudo escolher-lhes as companhias, sabemos bem como podem influenciá-los negativamente. Queremos que fiquem nas turmas melhores, junto com os filhos dos nossos amigos, longe de gente diferente e estranha, com modos de vida para nós esquisitos ou maneiras de pensar desconhecidas. Não queremos também que se deparem com a crueldade da natureza que produz crianças com dificuldades e diferenças, pelo que procuramos evitar contactos muito próximos. Terão tempo mais tarde para encarar a dura realidade. Exigimos que a escola os ensine a estudar e a fazer os trabalhos de casa, lhes incuta as noções de cidadania e que os ajude a protegerem-se das doenças sexualmente transmissíveis e gravidezes indesejadas. Foi nossa a vitória neste campo, com a implementação do estudo acompanhado, da formação cívica e da educação sexual nas escolas. Foi nossa a vitória da criação de uma escola a tempo inteiro, onde os nossos filhos são educados de uma forma abrangente e global. Compramos-lhes computadores e telemóveis de última geração, roupa de marca, queremos que eles se sintam integrados entre os seus amigos, e sabemos que essas coisas são importantes para eles. E nesses computadores até mandamos instalar uns programas daqueles que impedem que eles visitem sítios impróprios para a idade deles. Damos-lhes todos os dias um dinheirinho para que possam comprar um bolo e um sumo e, no Verão, um gelado. Não hão-de sentir-se como nós, quando ficámos a ver aquele menino do papá, que tanto esbanjou naquela visita de estudo, a comprar recordações e a encomendar o mais vistoso bolo que havia na pastelaria e que desprezou depois, porque era enjoativo. Não. Os nossos filhos hão-de ser respeitados e reconhecidos pelos colegas, hão-de ter muitos amigos, não queremos que sofram as angústias por que passámos na nossa adolescência por não termos a certeza de sermos aceites pelo grupo, porque não saíamos à noite ou não tínhamos namorados. Serão miúdos cheios de sucesso toda a sua vida, terão uma profissão digna e nunca sujarão as suas mãos ou chegarão a casa cansados, transpirados, sujos. Ganharão o suficiente para terem quem faça por eles as tarefas menores. Tivemos uma infância difícil, uma juventude complicada. Tudo faremos para que os nossos filhos cresçam sem se cruzarem com as dificuldades que nós tivemos que enfrentar. Enganamo-nos ao pensar que os estamos a ajudar a crescer retirando-lhes os obstáculos do seu percurso. A vida real não é fácil, mas as pedras que encontramos no nosso caminho são os degraus que nos fazem subir mais alto. Falhamos ao impedi-los de aprender a assumir os próprios erros, a reconhecer as suas falhas e ter a humildade de pedir desculpa, sempre que nos ocupamos em disfarçar as suas asneiras, por mais insignificantes que possam parecer. Às vezes apenas porque sabemos ser também atingidos pelos olhares críticos que lhes são dirigidos. Iludimo-nos ao pensar que a imposição de regras lhes limita a liberdade: a verdadeira liberdade é a liberdade consciente de quem conhece e sabe respeitar os limites. Ao permitir que vivam sem regras estamos a enganá-los a eles também, criando-lhes a falsa impressão de que tudo podem. Quais as consequências futuras, como reagirão quando se depararem com as inflexíveis imposições da sociedade? Fugimos às nossas responsabilidades ao antecipar o seu poder de decisão sem que sejam ainda capazes de distinguir entre o que desejam e o que lhes é mais favorável. Sem que previamente lhes demonstremos por palavras e exemplos quais as melhores opções. Esquecemo-nos de que a família é a primeira escola de vida. E de que os irmãos são os nossos iguais com os quais damos os primeiros passos na aprendizagem da partilha, da solidariedade, mas também da luta pelos nossos interesses e da defesa própria. Os irmãos são a nossa melhor escola de relações humanas, são o primeiro exemplo da diversidade, são os nossos melhores companheiros de brincadeiras, os nossos maiores confidentes, e também os nossos mais duros críticos. Teremos o direito de retirar aos nossos filhos essa mais-valia desculpando a nossa atitude com o argumento de que teremos mais para dar a menos filhos? Mais de quê? Escusamo-nos a lembrar que é em família e no cumprimento das mais pequenas tarefas que aprendemos o sentido da cooperação e da entreajuda, que compreendemos que temos que ter um papel activo na sociedade, e que, mesmo alguns trabalhos que nos parecem secundários, são parte integrante e essencial para o bom funcionamento geral. Ignoramos que sacrificamos a sua autonomia e a sua responsabilidade por não permitirmos a sua gradual incursão no mundo nem a experimentação de situações em que estejam completamente sozinhos, por sua conta e risco, mantendo-os sempre sob o nosso olhar protector ou aprisionados dentro das grades da escola. Não os preparamos para enfrentar o mundo, não os ensinamos a tomar decisões, a ponderar os prós e os contras das atitudes que possam tomar nem a fazer opções conscientes. Admirar-nos-emos talvez quando, na ânsia de se libertarem, correrem irreflectida e desenfreadamente na direcção de tudo o que lhes está vedado. Fechamos os olhos à importância que terá na sua vida futura a facilidade que possam desde já adquirir em se relacionar com quem pensa e vive de outro modo, ou simplesmente tem um corpo diferente do seu, privando-os da aprendizagem de valores tão fundamentais como o respeito pela diferença e a solidariedade, mas sobretudo da descoberta da individualidade de cada ser humano, longe das sombras que os preconceitos projectam nas relações entre as pessoas. Cremos em falsos ideais, associando a auto-confiança e a auto-estima dos nossos filhos aos objectos e bens que possam exibir, levando os nossos filhos a convencerem-se que valem pelo que têm mais do que pelo que são. Deixamo-nos engolir pelo consumismo, ao aceitar e seguir a regra estabelecida de que os sentimentos de inferioridade e a insegurança estão directamente relacionados com o que se possui. Negamos-lhes a possibilidade de construção de um amor-próprio alicerçado no conhecimento pessoal, na consciência das próprias capacidades não só intelectuais mas sobretudo de influência positiva à sua volta, na certeza de que cada pessoa é um ser único e insubstituível, e em que nada pesa aquilo que se tem, mas o que se é, e em que importa sobretudo o que se faz para, mesmo em pormenores aparentemente insignificantes, mudar o mundo para melhor. Retiramos-lhes a faculdade de reconhecer o valor do que têm, de saborear as pequenas conquistas, porque tudo conseguem sem o menor esforço, conduzindo-os a uma permanente insatisfação, que poderão procurar compensar buscando o prazer fácil e imediato no álcool, nas drogas e numa sexualidade irresponsável. Demitimo-nos do nosso papel de educadores ao passar para a escola as responsabilidades que são nossas e exclusivas. São os pais quem deve acompanhar os filhos na execução dos trabalhos de casa, para melhor compreenderem a vida escolar dos filhos, para poderem prever e entender as suas dificuldades, para aprofundar a relação de proximidade entre as gerações. São os pais quem lhes deve ensinar as mais básicas regras da vivência em sociedade, somos o seu primeiro e mais marcante modelo - é connosco e seguindo o nosso exemplo que se tornam Homens e Mulheres. São os pais quem deve, procurando auxílio externo se disso sentirem necessidade, num clima de intimidade familiar, aconselhar e orientar os filhos para uma sexualidade responsável e indissociada dos valores, não abdicando desta sua missão em favor de um modelo generalista que não poderá respeitar a individualidade e a intimidade de cada um. Talvez devamos parar para pensar que se as vitórias se conseguem à custa das derrotas de outrem, neste caso os principais derrotados são os nossos filhos. Negamos a evidência da eficácia do diálogo e da proximidade, como o mais básico meio de prevenção contra os todos os riscos da actualidade. Está nas suas cabecinhas o disco rígido onde, com maior garantia, poderemos instalar todo o software de segurança, é aí que devemos colocar a base de dados do conhecimento, dos riscos, dos caminhos, das opções e dos objectivos e onde devemos inserir os valores pelos quais devem orientar a sua vida. Só com proximidade, cumplicidade e intimidade se constroem os sólidos pilares sobre os quais se erguerão. Super-amamos os nossos filhos. Será que os amamos da melhor maneira? Helena Azeredo, Mãe December 31
Mensagem Feliz Ano Novo! Que neste ano, Deus nos ensine a Paz, e que estejamos todos prontos para ouvir, Que os nossos erros não sejam o nosso fardo, Mas a experiência para decisões melhores, Que neste ano a religião não seja razão para o ódio, e que os inocentes sejam sagrados, Que as diferenças não justifiquem problemas, Mas que mostrem soluções diferentes, Que neste ano todas as crianças possam brincar, e que elas tenham brinquedos verdadeiros, Que os seus pais não estejam em discórdia, Mas que falem dos sonhos de um futuro feliz, Que neste ano a força seja das boas palavras, e que as palavras sejam ouvidas, Que o poder não derrube paredes sobre as pessoas, Mas que destrua barreiras entre elas, Que neste ano as nações sejam unidas, E que a união tenha significado e seja respeitada, Que os governantes não se esqueçam que a história não eterniza a vida, frágil e passageira, Mas apenas pensamentos e acções, Que neste ano a natureza seja mãe, E que, como filhos, tenhamos por ela o amor e o cuidado devidos, Que as acções pelo Planeta não sejam assinadas apenas pelas nações que compreendem os problemas, Mas também por aquelas que os causam...,
FELIZ 2009 PARA TODOS OS AMIGOS(AS) QUE ESTIVERAM COMIGO EM 2008 E PARA TODOS OS QUE SE JUNTARÃO AO NOSSO CONVIVIO E AMIZADE . December 17
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Feliz Natal e Próspero Ano Novo
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 Que o Menino Jesus Faça nascer novamente No coração de cada um de nós
 A INOCÊNCIA Para sabermos ser transparentes,
![clip_image002[1] clip_image002[1]](http://byfiles.storage.msn.com/y1pi_9cOMaKyMoZ6f2JdU146avS0j8DKmmeVG-2ffFYeRZm2bkbnOLnqiP5yn1XnS-Z9R3KZtCHxfFzIWnxkD7_AQ?PARTNER=WRITER) O CARINHO Para cativarmos novos amigos,
![clip_image002[2] clip_image002[2]](http://byfiles.storage.msn.com/y1p20pFLVwbLpi4UjqEjyK1LLnQHEnADZq_W7-67WbjMYIl6IU2gMZCgLI9WkKJTp06?PARTNER=WRITER) A GRATIDÃO Para valorizarmos a vida em plenitude,
![clip_image002[3] clip_image002[3]](http://byfiles.storage.msn.com/y1pJWAsSBj_z9AhjfVBmXw6un08zQFymZAG93OrDl2_Gn7usJ67ctr-D_n5IpMD6RV1kBv07Beu_nMps95ajX0PQA?PARTNER=WRITER) O PERDÃO Para nos reconciliarmos no amor,
![clip_image002[4] clip_image002[4]](http://byfiles.storage.msn.com/y1pRcZ1zmPVXfaxduLmhEy61UaT_jC6XGcb7DKGPtfjSfhLlh4JpQ8SLo6Ln36j0LgL?PARTNER=WRITER) A COMPREENSÃO Para sabermos perdoar
![clip_image002[5] clip_image002[5]](http://byfiles.storage.msn.com/y1pUiXFaaTZSnlkgd4MIMIQlP_Kxe9BtdBG-1B0B80hWEm16aXd7nuRIRheuZBXwuzHh8BFDBBnZV_nPC6ER6cbBw?PARTNER=WRITER) O ENCANTAMENTO Para nos apaixonarmos pela busca de felicidade,
![clip_image002[6] clip_image002[6]](http://byfiles.storage.msn.com/y1pHbbJr-NiDagXtHq4WvGxx6p1Op9Suh-NFI_h9Tz_XXOfqo5DfW40yWkGzYrzZTHevyOeVDPnNoe7c2pcFlvtyA?PARTNER=WRITER) A SABEDORIA Para respeitarmos os pontos de vista do outro,
![clip_image002[7] clip_image002[7]](http://byfiles.storage.msn.com/y1pniP1gpcpfZhfHRMDZ6qZV4C3pfwfwildbL1Jc8mwsmwsEQ3B6lRXOOsidp8KVbnc0Prhr6JQT439AJpOWO7bmw?PARTNER=WRITER) A SOLIDARIEDADE Para aprendermos juntos a construir caminhos,
![clip_image002[8] clip_image002[8]](http://byfiles.storage.msn.com/y1pFXNEfDx67IkZ7wUtgwDgUcisVSHcCe5CM_TgFycIUybuSkf22AJ7g-FfU3jGZWl3eDNEe2Y4RJgi1e6-rpq8Lw?PARTNER=WRITER) A FÉ Para acreditarmos também no outro,
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![clip_image002[11] clip_image002[11]](http://byfiles.storage.msn.com/y1pJ6V211y-Ack7jbVbNHTklLSkaU-MMistF2c9J5FeJAiXHkc5EmFyxlUPvY--sVlUXTBh4F_y1_bO1KHmboZ5Ow?PARTNER=WRITER) A VONTADE DE AMAR Para sermos felizes!
![clip_image002[12] clip_image002[12]](http://byfiles.storage.msn.com/y1pwhLEGnFBRx6Yird8ToMA5j2DJdQpWpA7QDJhmnt1bIG_mi8zLxr8A1dITBR2PJrh1It1p8gWDce269_3uP83Cg?PARTNER=WRITER) Que o menino Jesus se sinta acolhido no seu coração e que você, Amigo/a Tenha Um GRANDE E FELIZ NATAL e um ABENÇOADO ANO NOVO!!! E que neste Ano Novo você consiga realizar todos os sonhos que almeja, FELICIDADES, HOJE E SEMPRE !!!! Que o Pai do Céu Ilumine os nossos coraçôes...
| December 01 HÁ SEMPRE ALGUÉM
O mundo inteiro está cheio de pessoas. Há pessoas caladas que precisam de alguém para conversar. Há pessoas tristes que precisam de alguém que as conforte. Há pessoas tímidas que precisam de alguém que as ajude a vencer a timidez. Há pessoas sozinhas que precisam de alguém para brincar. Há pessoas com medo que precisam de alguém para lhes dar a mão. Há pessoas fortes que precisam de alguém que as faça pensar na melhor maneira de usarem a sua força. Há pessoas habilidosas que precisam de alguém para as ajudar a descobrir a melhor maneira de usarem a sua habilidade. Há pessoas que julgam que não sabem fazer nada e precisam de alguém que as ajude a descobrir o quanto sabem fazer. Há pessoas apressadas que precisam de alguém para lhes mostrar tudo o que não têm tempo para ver. Há pessoas impulsivas que precisam de alguém que as ajude a não magoar os outros. Há pessoas que se sentem de fora e precisam de alguém que lhes mostre o caminho de entrada. Há pessoas que dizem que não servem para nada e precisam de alguém que as ajude a descobrir como são importantes. Precisam de alguém Talvez de ti…  Por Ceres Araújo Vivemos em uma época tão rica em tecnologia e tão pobre em ética. Estamos criando "super bebês" e "super crianças", nascidas na era digital, precoces no seu desenvolvimento, ávidas de novidades, ligadas a muitos estímulos ao mesmo tempo e também capazes de muitas ações simultaneamente. Nossos filhos têm seus cérebros formatados pelas ricas experiências que estão vivendo, pois o cérebro é uso dependente. Ou seja, é uso dependente no sentido de que as redes neuronais se formam em função das experiências de vida. Assim é vivendo a vida, é processando estímulos repetidamente que as cadeias neuronais vão se fixando. Isso em todas as idades. Nesse sentido, eles são muito diferentes de seus pais e de seus avós e bisavós. Cumpre incluir esses últimos, pois a idade média de vida tende a aumentar e o convívio, entre quatro gerações, passa a ser algo freqüente. As diferenças na forma de viver a vida são progressivamente cada vez mais marcantes. Entretanto, princípios, normas e regras de conduta sempre foram e continuarão a ser o que distingue a humanidade no ser humano e continuarão imprescindíveis para sempre. Ética e moral são adquiridas e não inatas, são próprias do homem que cria uma natureza moral sobre a sua natureza instintiva. Uma pessoa só é ética quando se orienta por princípios e convicções. É função inalienável dos pais transmitirem uma conduta ética a seus filhos. Ética é uma matéria que faz parte do aprendizado de vida, no qual os pais devem ser os melhores professores. Então, como se ensina ética? Ensina-se aquilo que se tem e aquilo que se é. O que vai ser transmitido para os filhos não é o que se origina de um discurso verbal, mas sim o que se é e como se age. Sabe-se que a criança é um perfeito sensor para captar o que se passa na mente dos pais. A colocação dos limites adequados às atuações da criança é uma das formas importantes para se ensinar conduta ética. O "não" é um organizador fundamental da vida psíquica e necessário para que a criança se desenvolva. Receber "não" significa ter que lidar com frustração, adiar satisfação de necessidade e entreter tensão interna. Além disso, esse mesmo "não", serve também para que a criança aprenda, por insistir no seu intento, alternativas inteligentes e aceitáveis para obter o que ela deseja. Aprende, assim, a controlar impulso, a regular as emoções, a desenvolver inteligência e o respeito pelo outro. Como a psicologia vem demonstrando, em inúmeros artigos publicados, limites fazem bem e são fundamentais para que o ser humano cresça forte e feliz. Uma criança, que vive sem os limites adequados, não se transforma em um homem íntegro e livre como se acreditou, ingenuamente, décadas atrás. Ao contrário, se transforma em alguém inconsistente, desorientado e dependente. Por quê? Por que a criança que apenas recebe sim, não precisa fazer confrontos, não precisa exercitar sua inteligência para buscar alternativas para conseguir o que quer, não precisa lutar para convencer os pais de que ela está certa. Tudo é possível a priori e isso a faz fraca, muitas vezes uma tirana em casa e uma covarde fora de casa, pois não teve chance de verdadeiramente lutar pelo que queria e que foi impedido. O confronto com os pais prepara a criança para os confrontos da vida. A criança enfrenta os pais para conquistar autonomia. Essa batalha precisa ser gloriosa, logo os pais têm que ser fortes, senão não tem valor a luta. Primeiro com birras (onde tem que perder para os pais) depois com argumentações (onde pode ganhar muitas vezes). A criança e o adolescente vão lutando para se afirmarem, para ganharem autonomia. Quem não passa por isso, não sabe o que quer e fica dependente da posição, da colocação do outro ou para se submeter ou para fazer o contrário, por não ter desenvolvido referênciais próprios. Nascida ligada ao mundo dos instintos e impulsos, a criança precisa aprender a transformar impulsos em afetos discriminados e essa é uma tarefa que perdura durante toda a infância e mesmo durante a adolescência. Gostar, amar, querer, ser gentil, generoso e tolerante co-existem ao lado de odiar, detestar, ter inveja, ciúmes, etc.. Porque não se trata de pregar a velha ética, na qual se exigia que o homem devesse ser bom, nobre e sempre ativo e disponível a servir, seguindo os valores éticos de piedade, fidelidade, coragem e racionalidade. O ideal da velha ética era a perfeição e todos os componentes negativos do ser humano deveriam ser reprimidos e suprimidos. A ética segue o processo histórico e a nova ética é a do homem contemporâneo, que se confronta com a pluralidade de sua natureza e reconhece seus atributos positivos e negativos, suas qualidades e suas limitações e que muitas vezes se vê inseguro quanto a seus valores. É justamente pela integração do lado primitivo da sua natureza que o ser humano ganha tolerância e o sentimentos de pertencer à sua espécie, solidariedade e responsabilidade coletiva. Respeito pelo outro e respeito a si mesmo são condições determinantes para um comportamento ético. Assim, não se trata de ensinar ao filho ser sempre o "bonzinho", pois se corre o risco de ser o bobo, mas se trata de ensiná-lo a assumir a responsabilidade por suas ações, desde os primeiros tempos de vida. Trata-se de ensiná-lo que os limites de seu próprio espaço terminam ao começar o espaço do outro. Também, como mãe ou pai, dar um exemplo de autonomia e liberdade interna para fazer escolhas. Escolhas, não para ganhar amanhã, mas que dêem sentido ao hoje. O mundo e o nosso país precisam de famílias, onde os pais ensinem às suas "super crianças" que os bens de consumo, a liberdade individual e a própria felicidade se conquistam com condutas éticas e não tentando levar vantagem em tudo, para que no futuro não aceitem, por exemplo, a corrupção como um meio justificado por um fim. Ceres Araujo é psicóloga especializada em psicoterapia de crianças e adolescentes October 28 UM BOM DIA PARA TODOS ! BAILEM O QUE PUDEREM ! COMECEI O DIA A BAILAR E CANTAROLAR ESTA MUSICA COM A MINHA FILHA . ELA ADORA ESTAS BRINCADEIRAS ! .gif) .gif) October 26   Por Roberto Shinyashiki Esse medo faz com que as pessoas arrumem desculpas e justificativas para explicar suas inseguranças. Ele faz parte da nossa vida. Negá-lo ou inventar respostas fáceis é o que menos resolve. Todos os seres humanos possuem um grande objetivo na vida: viver em estado de pleno amor. Talvez poucas pessoas estejam conscientes da importância que o amor tem ou pode ter em sua existência. Alguns vivem o amor em sua plenitude pelo simples fato de dispor dele em abundância. Aprenderam a amar, a se entregar ao ser amado e a criar relacionamentos criativos. Infelizmente, porém, a realidade da maioria é o permanente estado de carência, de confusão emocional, de miséria afetiva. Vivem em solidão, isolados num apartamento, ou num casamento sem amor, ou em relações superficiais sem um envolvimento profundo. O grande medo do homem moderno é o de amar, que é tão grande quanto o medo de não ser amado. Num mundo tão materialista, muitas pessoas se sentem envergonhadas de amar, como se fosse algo ridículo e bobo. Somos seres nascidos para o amor e, no entanto, negamos na prática nossa própria essência. Cada um de nós sabe que amar alguém pode provocar uma sensação de fragilidade e dependência; a presença do outro torna-se vital, e a possibilidade de ser abandonado a qualquer momento fica tão ameaçadora que, em geral, as pessoas optam pela saída mais fácil: sabotar a possibilidade de viver um grande amor. Eis aqui um dos grandes dilemas do ser humano: queremos viver um grande amor, mas procuramos o tempo todo destruí-lo. Certamente, as tentativas de destruição não são totalmente deliberadas e planejadas, porém o que conta é o resultado final. O medo de amar é uma praga, uma erva daninha que corrompe o coração da maioria das pessoas. E depois vêm as queixas de solidão, desilusão, sofrimento. Imagine o caso de uma amiga. Estamos numa segunda-feira e você vê, ao longe, no corredor da faculdade (ou da fábrica, escritório ou consultório), a sua amiga Sueli. Ela está esplendorosa, radiante. Sua aura brilhante está à mostra, pulsando com todo o vigor. Ao aproximar-se dela, você a cumprimenta com entusiasmo e pergunta o que está acontecendo. Ela responde que encontrou o homem de sua vida, alguém inteligente, culto, sensível, bonito, com uma conversa atraente, participativa, e um jeito másculo e sensual. Sueli fala do olhar meigo e penetrante do parceiro, do seu toque suave, de seus abraços (mais gostosos que um mergulho no mar em dia de sol) e, para completar, diz: “Não entendo como um homem tão especial ainda não se casou! Agora que o encontrei, tenho certeza de que vou fazer tudo para dar certo”. Ela se despede e você sai todo feliz, por ver que sua amiga, por fim, encontrou alguém capaz de motivá-la a amar e a viver um grande amor. Uma ou duas semanas depois, você a encontra outra vez e percebe que ela já não está tão radiante. Seus passos já não parecem tão firmes e, quando você lhe pergunta “Como está indo o namoro do ano?”, ela friamente responde: “Vai bem”. Você pensa: “Como um namoro com um homem tão sensacional pode ficar, em menos de duas semanas, simplesmente... bem?” Ela continua: “Estamos nos dando conta de um monte de desacertos. Acho que ele me tolhe muito; estou me sentindo sufocada, mas vamos levando”. Vocês se despedem, e uma série de imagens de relacionamentos com pessoas especiais que você amou e das quais, por causa dessa mesma sensação de sufocamento, se separou começa a aparecer na sua cabeça. Quando você a encontra alguns dias depois, ela está visivelmente de baixo-astral, com a aparência de que algo ruim aconteceu. Antes de você falar qualquer coisa, ela diz: “Não deu certo, nós nos separamos. Foi melhor assim; pelo menos nós nos respeitamos e não nos machucamos”. Sem mais comentários, ela se despede. Cada um vai para o seu lado e você continua pensando como pôde acabar, tão rápido, algo que tinha tudo para dar certo. Ou será que foi exatamente porque ia dar certo? Não terá sido justamente por causa do medo de que desse certo? O medo de amar existe. Esse medo faz com que as pessoas arrumem desculpas e justificativas para explicar suas inseguranças. Ele faz parte da nossa vida. Negá-lo ou inventar respostas fáceis é o que menos resolve. Certa vez, depois de um caso amoroso mal resolvido, um rapaz muito bem-sucedido nos negócios desabafou: “Meu coração secou e está fechado”. Em todas as ocasiões fazia o maior esforço para parecer seguro, autoconfiante. Estava convencido de que jamais deixaria alguém invadir novamente seu espaço, sua vida. Talvez imaginasse que, destruindo o amor antes mesmo de ele nascer, teria chances de sair “ileso” de qualquer relação. O medo de sofrer novamente por amor era tão grande que inviabilizava uma nova relação. Por medo de sofrer, condenou-se a sofrer todos os dias a dor da solidão. O melhor, sem dúvida, é estar atento para esse medo, dar um mergulho na própria vida e perceber que, no fundo, quando alguém está decidido a ficar sozinho por medo de ser abandonado outra vez, não consegue mais enxergar o amor e tampouco tem olhos para a pessoa amada. 
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